A Fabrica Paupério inaugurou, no passado dia 1 de Dezembro, a sua nova Loja da Fábrica. Mais de três centenas de pessoas tiveram a oportunidade de assistir ao ato simbólico de inauguração do renovado espaço. Marcaram presença no evento as forças vivas de Valongo destacando-se vários autarcas, entre eles o Presidente da Câmara Municipal, o Padre Luís Borges, vários elementos da Confraria do Pão, da Regueifa e do Biscoito de Valongo, o Provedor da Santa Casa da Misericórdia, vários membros da Associação Industrial e Empresarial local, Colaboradores, Parceiros e Amigos da empresa.

Para os que visitarem a renovada loja passarão não só a contar com os produtos da Paupério mas também com outros produtos ícones do concelho de Valongo como são, por exemplo, os brinquedos tradicionais da Pepe-Jato.

Visite a Nova Loja da Fábrica Paupério e conheca o que Valongo tem de melhor!


No passado dia 4 de junho realizou-se o 1.º Capítulo da Confraria do Pão, da Regueifa e do biscoito de Valongo. A cerimónia de entronização, que decorreu na Igreja Matriz de Valongo, contou com a presença da Presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas e de mais 21 Confrarias de todo o país. Foram Madrinhas da Confraria do Pão, da Regueifa e do Biscoito de Valongo a Confraria do Vinho Verde, a Confraria do Queijo da Serra, a Confraria do Anho Assado e Arroz Forno e a Confraria do Presunto e da Cebola.

Neste 1.º Capítulo foram entronizados 98 Confrades Fundadores, entre eles a Fábrica Paupério.


A Fábrica de Biscoitos Paupério, atualmente gerida por administradores da quinta e sexta geração da família fundadora, decidiu editar um livro que conta todas as suas histórias, ora íntimas e familiares, ora curiosas e comoventes e, ao mesmo tempo, testemunhos de como uma empresa tradicional atravessou um tempo de grandes mudanças, mantendo o fabrico artesanal.

O livro chama-se “O nome do biscoito é Paupério”, com o título a remeter para uma dessas memórias do passado – a altura em que os outros biscoiteiros de Valongo tentaram registar o nome “Paupério” como uma marca de todos os biscoitos produzidos no concelho. O apelo não teve sucesso, mas deu início ao registo da propriedade industrial da Paupério.

Em 260 páginas, o livro “O nome do biscoito é Paupério” conta a história de uma empresa, mas também a história de uma família num concelho que cresceu e se desenvolveu em redor da moagem e do fabrico artesanal de pão e biscoitos. É um relato precioso de como se manteve a funcionar um negócio familiar durante mais de 140 anos, durante os quais Portugal viveu grandes transformações políticas, económicas e sociais.

É por isso que este livro sobre a Fábrica Paupério e da família Figueira, em Valongo, é muito mais do que uma narrativa sobre uma empresa ou os seus gestores. É também a história íntima de uma família que viveu, criou, perseverou, resistiu e deixou a sua marca, forte e única, através de décadas atribuladas da história local e nacional. Trata-se de uma família cheia de personalidades peculiares, que tinham em comum a paixão pelos biscoitos artesanais, o culto das boas relações humanas e o prazer em fazer bem.

A Fábrica Paupério nasceu em 1874 quando dois amigos e vizinhos decidiram criar uma fábrica de pão e biscoitos, aproveitando as excelentes farinhas moídas pela força da água na serra de Valongo. Dessa união entre Paupérios e Figueiras, ficaram os segundos com o negócio… e este com o nome dos primeiros. Hoje, a Paupério continua nas mãos da mesma família, que gere uma empresa em expansão sustentável e lançada na exportação para todos os cantos do mundo, dos Estados Unidos ao Japão. Empenhada na conservação do seu arquivo e, diante de um património que ultrapassava a memória de papel e objetos, sendo também feito de tradições e sentimentos, essa família decidiu ter chegado a altura de reunir a história da Paupério neste livro.

A obra resulta de uma profunda investigação do historiador Paulo Caetano Moreira, com a parte mais recente da vida da Paupério a ser narrada pela jornalista Dora Mota. A fotografia é da autoria do fotógrafo Ricardo Meireles, que registou vários momentos da produção da fábrica ao longo de meses, criando um percurso de familiaridade visual com todos os espaços e pessoas da Paupério, assim como muitos objetos do passado.

O livro conta ainda com o testemunho de Álvaro Reis Figueira, tio do atual administrador Eduardo Sousa, que revela aspetos até agora desconhecidos e íntimos da relação da família com o concelho de Valongo e a forma como atravessou vários momentos difíceis da história nacional.

O livro estará disponível numa das lojas da Fábrica Paupério.


Com a campanha de Natal a aproximar-se aproveitamos para apresentar a nossa nova caixa de Sortido Selecção! Bonita por fora, saborosa por dentro!
É PRÓ MENINO E PRÁ MENINA!


As lenas, pequenos biscoitos de formas redondas cobertos com chocolate preto, são há muitos anos a surpresa do sortido. Nos anos de 1970, muitos quilos desses biscoitos de chocolate eram vendidos para os Açores, numa encomenda que seguia no final do Verão.
Para conseguir embrulhar à mão toda a produção, a Paupério recorria a antigas funcionárias da empresa, já reformadas, algumas delas vizinhas da fábrica.
Entre os anos 70 e 80, devido às circunstâncias difíceis que o país em mudança política, social e económica atravessava, a Paupério também sentiu esse abalo. E foi necessário a mecanizar o embrulho das lenas de forma a dispensar toda essa mão-de-obra extra.
A tenra bolachinha coberta de chocolate preto era exactamente a mesma, mas as pessoas não a queriam com outra roupa. Acontece que a máquina não conseguia imitar as voltas da mão humana e fazia um embrulho do tipo almofada. A Paupério foi inundada de reclamações: as pessoas gostavam do embrulho com aquele remoinho de papel colorido que depois as pontas dos dedos raspavam na ânsia de chegar ao biscoito de chocolate. A decisão de voltar a embrulhar manualmente as lenas foi tomada nessa altura e a tradição mantém-se. As lenas continuam a ser embrulhadas à mão porque os seus apreciadores gostam mesmo muito de abrir o papel colorido. E por isso, a Paupério continua a proporcionar-lhes essa alegria simples.


A página Biscoitos Paupério, do facebook, atingiu os 10.000 amantes dos melhores biscoitos do mundo!

Trata-se de uma meta bonita mas que ainda está longe de ultrapassar as nossas expectativas.

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Até lá vamos continuar a “Likar” Portugal!


Há muito que a palavra Paupério está ligada a Valongo e aos biscoitos. Tal se deve a uma família de padeiros e padeiras, produtores de pão e biscoitos. Desta família, na segunda metade do século XIX, António de Sousa Malta Paupério associa-se com Joaquim Carlos Figueira e fundam a Paupério & C.ª que se especializaria no fabrico de bolachas, biscoitos, bolo-rei, pão-de-ló e geleias. A experiência da tradição transposta por António para a nova empresa incute qualidade à nova sociedade. Os seus produtos vendem bem, chegam longe e são cobiçados pelos outros biscoiteiros e padeiros. De Valongo e não só…

A Paupério & C.ª, pelos anos 30 do século passado, dá início aos registos da marca Paupério na Repartição de Propriedade Industrial. Há contestação e disputa. Em 1942 surgem abaixo-assinados de padeiros e biscoiteiros reclamando que os bolos e biscoitos de Valongo são todos Paupério. Mas biscoitos e bolos Paupério só mesmo de uma produtora, a Fábrica Paupério.

 

 

 


A Fábrica Paupério marcou, uma vez mais, presença na EXPOVAL 2015 que se realizou na cidade de Ermesinde entre os dias 17 e 21 de Setembro.

No certame a Paupério esteve representada com dois stands tendo sido visitada por centenas de clientes e amigos.

Deixamos algumas fotos dos amigos especiais que se deliciaram com os nossos produtos!

Paupério - Mónica Jardim e Nuno EiróPaupério - DAMA